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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Culinária política estende-se aos bancos emprestados...

São sabidos os dotes culinários portugueses, cozinha invejado por tantos povos, de clima mediterrânico e influenciado por desastres norte-africanos. A nossa cultura é uma amálgama de sabores. Não somos identificados por apaixonados mas por povo sentimental desgarrado, sofrendo...

 

Estes saberes antigos estendem-se à nossa política tão afastada da província. Os «serranos» não passam de seres autónomos que pagam impostos. Estamos livres do desenvolvimento capital, presos por impostos.

 

O governo faz questão de mentir e meter gaffes em tudo o que não pode. Cria empregos, melhora o ensino, reestrutura a saúde e nós, nem urgências temos.

 

A situação bancária portuguesa, detentora de um monóplio tão importante que mobiliza a economia nacional, é uma autêntica cozinha luxuosa. Tachos em titânio, pratos a carbono e copos de cristal fazem a ementa dos «senhores de Portugal». Somos pobres sim, mas pobres de espírito. Não existe espírito de vanguarda, mobilização nacional para que possamos fugir ao fosso e poder sair desta crise. Nos bancos há cunhas, no Governo cunhas há. Os empregos são divinos, ilusórios. A crença que nos impõem é segundo o discípulo Sócrates do profeta Chanceler Merkel. Somos uns abandonados desprovidos de liberdade....

 

 

Só espero que não me multem...

 

 

Francisco Rocha

S.Pedro do Sul Criativo

publicado por 12bccriativo às 11:47
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